30 de julho de 2014

por uma vida mais organizada #1

Posso dizer que me considero uma pessoa mais ou menos organizada. Tem certas coisas em que eu tenho uma organização que beira a paranoia, e outras em que simplesmente não consigo fazer funcionar. Uma das minhas metas para 2014 era melhorar a minha organização em TODOS os aspectos da minha vida. Até agora, shame on me. 
Tenho um emprego que me permite ter horários mais flexíveis e turnos diferenciados (às vezes trabalho manhã e tarde, outras vezes tarde e noite) e sim, sobra tempo o suficiente para fazer tudo, já tenho essa rotina há três meses e ainda não consegui me organizar. Fui empurrando com a barriga tudo o que deu, mas chegou no ponto em que eu não consigo mais.
Esse mês foi a gota d'água. Parece que o mês passou voando e eu não consegui fazer absolutamente nada, nem me organizar de maneira nenhuma, sabe? O caderno de organização aquele, ta lá abandonado e quase com teias de aranha, coitado.
Quero revolucionar a organização da minha vida (ok, forcei) e por isso que criei essa tag aqui no blog. Aposto que tem milhares de meninas por aí na mesma situação que eu: desesperadas (sério). Eu trabalho oito horas por dia como a maioria dos brasileiros, tenho aula somente uma vez por semana e todo o tempo livre que me sobra parece que some. SÉRIO. O TROÇO TÁ DESESPERADOR.
Ontem, navegando por blogs aleatórios, encontrei o Criativo Caos. O blog por si só já é lindo e muito bem escrito, mas a tag sobre organização foi um verdadeiro tapa na minha cara, e a única coisa em que eu pensava era: PORQUE EU NÃO CONSIGO?
Pois é, minha meta agora é conseguir.
Vou compartilhar com vocês links sobre o assunto, dicas que funcionaram comigo, rotinas e a minha evolução nesse assunto. Espero que essa tag também ajude vocês que precisam só de um empurrãozinho pra ter uma vida mais organizada.

28 de julho de 2014

o que fazer no inverno

Porque nem todo mundo tem férias de inverno lindas para chamar de sua, mas todo mundo perde a vontade de sair quando esse frio louco chega. Sou suspeita pra falar, porque amo essa estação e amo o frio, mas também odeio sair de casa nesses dias, gosto de aproveitar na minha humilde residência, hahaha. Então o Rotaroots lançou o meme de coisas para se fazer no inverno, e cá estou eu pra mostrar pra vocês como eu aproveito meu tempo nesse frio lindo.
Ver filmes: Não sei vocês, mas eu tenho uma lista enoooooooooooooooooooooorme de filmes pra assistir e não tenho dado conta (como diz uma amiga minha: é muito filme, livro e série para pouca vida, hahaha) e nada melhor que deitar embaixo das cobertas com muita porcaria pra comer e uns bons filmes para assistir.
Ler: Também tenho muuuuuuuuuito livro pra ler e pouco tempo pra isso, e, mesma história do item anterior: deitar nas cobertas quentinhas, com um bom livro e um bom café! ♥
Dormir: (tempo para me recuperar porque morri de fofura com essa foto) Melhor coisa do mundo: dormir, dormir, dormir.
Fotografar: Outra coisa que quero começar a fazer com mais frequência no meu tempo livre. Porque não é a câmera que faz boas fotos, e sim o fotógrafo. Quanto mais prática melhor, e confesso que tô fotografando pouquíssimo nos últimos tempos. Shame on me.
Organizar: Sou uma acumuladora e muito apegada às minhas roupas. Não interessa se não uso faz séculos, tenho uma imensa dificuldade em desapegar e com isso tenho o guarda-roupa abarrotado e desorganizado. Minha meta pra esse inverno é desapegar e destralhar. Porque sim, se eu não usei a peça em um ano, é porque não vai me fazer falta. "Deixe o velho ir, para o novo vir."

O que vocês fazem no inverno? ;)

23 de julho de 2014

meme escrito

Vi esse meme a séculos em milhares de blogs e tava loouca pra fazer (só me faltava tempo) pois amoooo escrita à mão e ver as letras dos outros, haha.
Minha letra muda muuuito, conforme meu humor. Hoje eu tava bem braba e estressada (notem pelo 'nobody cares' HAHAHAHA), por isso essa letra meio desleixada. Não indiquei ninguém, mas quem quiser fazer, sinta-se à vontade e please mande o link depois :)

As perguntinhas:
1. Seu nome
2. URL do seu blog
3. Escreva: "A rápida raposa marrom pula sobre o cão preguiçoso"
4. Citação favorita
5. Música favorita (no momento)
6. Músico/banda favorito (no momento)
7. Diga o que quiser
8. Indique três ou cinco blogs


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19 de julho de 2014

we♥it #2



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16 de julho de 2014

a primeira vez que ouvi minha banda favorita

Sou uma pessoa muito nostálgica. Adoro ficar lembrando de anos atrás, o que eu fazia, via, ouvia. Irônico o fato de que eu forço o meu cérebro e nem com reza braba consigo lembrar da primeira vez que ouvi Arctic Monkeys. Na verdade, não me lembro exatamente do dia, o que eu vestia ou como estava o tempo, mas lembro da época, do ano: 2008. 
Recém formada no Ensino Médio, ainda sem saber o que fazer da vida e sem nada pra fazer da vida, eu passava os dias inteiros em frente a TV, zarpeando pelos canais (na época em que eu não tinha internet o dia todo, bad bad bad times) principalmente porque era a época MA-RA-VI-LHO-SA da MTV.
Foi paixão à primeira vista por Fluorescent Adolescent e o amor maior quando eu conheci o disco anterior, o ‘Whatever People Say I Am, I Am Not’. Claro que não era minha banda favorita na época, mas como um amor que nasce e cresce aos poucos, acompanhei todas as fases da banda (e do estilo do Alex) e cada vez mais minha adoração crescia.
Hoje, estou quase arrancando meus cabelos com o fato de ter um show deles no Brasil esse ano e com a possibilidade de que eu não consiga ir nele. Por enquanto vou matando minha vontade com os milhares de shows covers que vejo e ouvindo no repeat a banda que me fez morrer de amores pelo indie, que me acompanhou na melhor fase da minha vida e que tenho um carinho tão enorme que a certeza que tenho é que estarei velhinha gagá com quase cem anos, mas ainda assim, apaixonada por eles.

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

12 de julho de 2014

7 on 7 (julho)

Perdoai leitores porque eu pequei: nunca atrasei tanto um post do projeto 7 on 7. A questão é que ainda não me acostumei com os horários de trabalho e quando chego em casa quero levantar os pés pro alto e ficar sem fazer nada. Aaah, preguiça.
Pois bem, o tema desse mês foi férias de inverno e eu enrolei DEMÁS pra tirar essas fotos, com isso todo esse atraso, haha. Enfim, são fotos de coisas que me fazem lembrar das férias de inverno.
Ler livros, brincar com os animaizinhos de estimação, trabalhar no Destrua este Diário, assistir seriados, fazer artesanatos, ficar lendo revistas vendo o tempo passar, organizar e faxinar.

Vejam as fotos das outras meninas do projeto:



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4 de julho de 2014

texto: você estava errado

foto: tumblr
Certa vez me disseram que eu sou muito fechada. Era alguém importante e que me conhecia bastante, como pouquíssimas pessoas no mundo, eu diria, então considerei o comentário e coloquei na cabeça que eu precisava dar mais espaço para as pessoas na minha vida. Não estou falando profissionalmente, porque existe essa diferença pra mim. Dar mais espaço significava confiar. Contar meus medos e segredos. Ser um pouco menos durona. Baixar a guarda, mesmo que só nos finais de semana e dias de sol. Me tornar assim, um pouquinho vulnerável. Correr o risco de quebrar a cara depois. Oh, céus, quem me fez usar esse escudo?

A independência, talvez.

Demorei um tempinho pra admitir que eu era uma dessas pessoas que vivem dentro da bolha. Porque eu dedico tanto do meu tempo ao trabalho, que graças a Deus é algo que me dá muito orgulho e prazer, que nem consegui notar que estava me afastando das outras pessoas. Fisicamente isso já havia acontecido, pois eu estava em São Paulo há algum tempo. Convenhamos, quando não existe convivência é tão mais difícil manter o contato e ter assunto diariamente. Minha vida se resumia ao trabalho e eu nunca gostei de ficar falando sobre isso com os meus amigos mais próximos que me conheceram antes disso começar. Tinha medo de parecer estar me gabando, sabe? Contentava-me em contar as boas novas para minha família e pronto. Pro resto, quando perguntavam, dizia o básico e pulava logo para a próxima pauta.

Por ironia do destino, justamente a pessoa que me cobrou mais humanidade, agiu pelas costas de forma covarde e quando achei que estava perto da cura, me peguei trancando todas as portas mais uma vez e colocando o fone de ouvido no último volume só pra fugir da realidade e das mentiras desse mundo que definitivamente não é o meu. Eu não queria mais tentar me misturar. Ora bolas, meu coração não é de plástico. Ele não desmonta como me convém.

Em silêncio, do outro lado da cidade, segui meu caminho. Não foi tão difícil assim. Fiz como das últimas vezes. Escrevi durante madrugadas inteiras e canalizei boa parte dos piores sentimentos. Ocupei minha cabeça e logo o meu coração deixou de besteira e também entrou no ritmo. Decepções em geral nos fazem pensar sobre a maneira que levamos a vida. Principalmente quando estamos sozinhos. As músicas ganham outro significado. O pôr-do-sol e a chuva também. Penso que quando não temos alguém pra agradar, nos resta agradar a nós mesmos. E pra mim, amiguinhos, essa foi uma das tarefas mais complicada.

Como eu poderia saber quem sou eu nesse mundo sem ao menos vivenciá-lo um pouquinho? Sou uma ótima observadora, mas nesse ponto da história, precisei tirar os dedos do teclado e vestir o meu melhor vestido. Foi exatamente assim que me libertei, aos pouquinhos. Comecei aceitando convites e dizendo besteiras sobre o que eu achava que sabia sobre sentimentos. Sem nem me importar com o que iriam pensar depois. As pessoas já falavam sem saber de qualquer maneira. Que tivessem então um motivo pra me achar idiota.

O que uma garota de 19 anos pode saber sobre a vida? M* nenhuma, eu diria.

O universo fez questão de me dar os sinais, de um jeito até gentil, pois perdi a conta dos sorrisos e posso contar no dedo as lágrimas que deixei escapar nesse meio tempo. Não é fácil admitir certas coisas pra nós mesmos, mas ao contrário do que pensei, fica um pouco menos complicado quando mais alguém se importa. Não é tão simples achar alguém que realmente faça isso hoje em dia, mas também não é impossível. Talvez nem todos os amigos só estejam interessados em favores. Existem pessoas que pensam como eu. E melhor, existem pessoas que agem como dizem. E elas andaram me ensinando um bocado de coisa.

Você estava errado. Todos nós vivemos dentro de uma bolha e nem sempre podemos controlar a direção do vento, mas a maneira que enxergamos o trajeto e quem escolhemos para estar ao nosso lado, isso sim, é uma tarefa completamente nossa. São atitudes, palavras, valores e um monte de coisas que a gente só descobre o verdadeiro valor quando aprende a ser leve.

E assim, acredito eu, vamos longe.


Texto retirado do blog da Bruna Vieira. 



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